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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Mudanças climáticas e os riscos para os negócios

Os riscos climáticos estão relacionados às alterações físicas de temperatura, pluviosidade, assim como ao aumento na intensidade e frequência de ciclones, furacões e tempestades tropicais. 




Organizações de diversos setores estão sujeitas a pelo menos um destes fatores, tanto pela exposição de seu patrimônio, como de seus trabalhadores e cadeia de valor.
Assim, as mudanças climáticas passam a integrar o rol dos riscos que as organizações precisam avaliar e gerenciar. Os riscos consistem em fatores internos e externos que podem gerar desvios às empresas no alcance de seus objetivos (ABNT, 2009).

O fator “clima” torna-se ainda mais desafiador devido à diversidade de cenários projetados pelos organismos internacionais de pesquisa, que incluem variações na intensidade dos impactos, principalmente em função de indefinidas ações de redução das emissões dos gases de efeito estufa em nível global.

Além das ameaças físicas, as mudanças climáticas poderão influenciar o rumo dos negócios com a chegada de novos fatores de “compliance”, alterações na dinâmica dos mercados, impactos nas comunidades onde estão localizados e perda de credibilidade na ausência ou insuficiência de uma resposta empresarial adequada.

A categorização de riscos climáticos utilizada neste estudo procurou ser abrangente no entanto não há uma classificação consensual, exaustiva e aplicável a todas as organizações. Segundo as orientações de governança corporativa, a “classificação deve ser desenvolvida de acordo com as características de cada organização, contemplando as particularidades da indústria, mercado e setor de atuação” (IBGC, 2007).

Neste complexo cenário, antes do gerenciamento de riscos climáticos, é essencial que as organizações compreendam como as diversas ameaças derivadas do clima podem afetá-las, assim como as relações existentes entre elas. Para isso, será apresentada uma síntese dos principais riscos que as mudanças climáticas representam para as empresas brasileiras, sua cadeia de valor e alguns setores da economia.
Risco físico A exposição da empresa aos riscos físicos relacionados às mudanças climáticas varia de acordo com o setor e o local em que ela opera.

O risco físico se manifesta de forma mais evidente quando relacionado a eventos climáticos extremos, tais como furacões, ciclones e inundações. No longo prazo, os riscos físicos podem estar associados à disponibilidade de água, aumento ou diminuição no grau de precipitação e elevação do nível do mar.

Os impactos relacionados a esses riscos podem incluir danos às propriedades,aumento no valor de seguros e perdas de ativos. No entanto, impactos indiretos também devem ser considerados, como o aumento no preço das commodities, interrupções na operação da cadeia de fornecimento ou impactos sobre funcionários.

Trecho tirado do E-book “Riscos climáticos: Como o setor Empresarial está se adaptando ?” Cebds.

Se você quiser acessar esse e diversos outros E-books sobre Sustentabilidade e Meio Ambiente acesse a nossa biblioteca, deixe o seu e-mail e receba o link de acesso agora:

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Grandes geradores de resíduos irão precisar contratar empresas especializadas na coleta

A contratação de uma empresa de coleta é especializada é uma das preocupações dos grandes geradores, ainda mais que o governo parece direcionar medidas obrigatórias nesse sentido.



No momento de tomar uma decisão, é importante que os gestores entendam que, mais do que uma prestadora de serviços, a empresa de coleta deve ser uma parceira do grande gerador e pode auxiliar em diversas etapas.
Uma busca deverá ser feita para verificar qual o parceiro vai se adequar melhor a sua situação.

Essa questão pode até gerar lucros para empresa geradora de resíduos, contratando uma Consultoria Ambiental que possa  auxiliar na comercialização dos resíduos com valor comercial, esse é um mercado que cresce cada vez mais no Brasil.

Assim como os resíduos gerados por uma empresa não são todos iguais, o serviço de transporte e coleta também tem suas especificidades. Uma delas é o tipo de veículo que deve ser utilizado em cada caso, a empresa terá que disponibilizar os veículos adequados para o transporte, que depende da atividade do gerador.

No processo de gestão de resíduos, alguns equipamentos podem facilitar muito a organização e o manuseio do lixo e dos descartáveis. Caçambas, contêineres e prensa para recicláveis são exemplos de equipamentos que permitem a organização e a redução do volume de resíduo gerado.

Um dos custos que mais encarecem o serviço de coleta é o transporte do resíduo até a área de destinação final, Área de Transbordo e Triagem (ATT), após um processo de triagem, resíduos similares oriundos de diferentes geradores são transferidos para caminhões maiores, onde seguem viagem para sua destinação final. 

Além de pensar em estratégias de gestão de resíduos, os grandes geradores devem ficar atentos à burocracia que envolve o transporte e a destinação final de lixo e recicláveis. Pensar na papelada que envolve a autorização de transporte de resíduos não é tarefa fácil e requer mão de obra especializada.

A correta destinação final de resíduos deve ser uma das preocupações dos grandes geradores, afinal a destinação ilegal de resíduos se caracteriza como crime ambiental. Para evitar esse tipo de problema, é preciso escolher locais de destinação final licenciados e regularizados.

Uma gestão séria de resíduos começa com o processo de identificação do material a ser descartado. Isso envolve, inclusive, o treinamento das equipes internas dos grandes geradores.

Dependendo do tipo de atividade desenvolvida pela empresa e o tipo de resíduo gerado, uma série de licenças e autorizações são necessárias para que os grandes geradores atuem de forma legal.

A contratação de uma Consulturia Ambiental se faz necessária, ajudando-os a buscar as autorizações e licenças necessárias junto aos órgãos competentes, como CETESB, IBAMA e AMLURB.


quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Virada Sustentável SP 2019

Acontece entre os dias 22 a 25 de Agosto de 2019 a Virada Sustentável em São Paulo.



A Virada Cultural é um movimento, uma mobilização focada na sustentabilidade, é o maior festival sobre sustentabilidade do Brasil.

A primeira edição aconteceu em 2011 em São Paulo, e já acontece também em diversos outros estados e capitais como Rio de janeiro, Porto Alegre, Salvador, Manaus e outros.

O evento envolve a participação de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e Universidades entre outros., apresentando uma visão positiva e inspiradora com relação a sustentabilidade em geral, ajudando no impacto social.

O BlogEcovida estará lá participando de diversas atividades e trazendo as informações para vocês, mas não deixem de participar !!!

Confira a programação no link abaixo:








quarta-feira, 7 de agosto de 2019

5 dicas de reciclagem

A prefeitura de Curitiba lançou um vídeo com dicas de reciclagem, para ajudar na vida dos coletores e separadores, pequenas atitudes são muito importantes.




1 – Passar água nas caixas de leite, pois Os resíduos de leite contaminam os outros recicláveis.

2 – Não jogar seringas no lixo comum, as seringas e agulhas são considerados lixo hospitalar.

3 – Colocar óleo de cozinha em garrafas pet, não colocar em potes de vidro, pois podem quebrar e causar ferimentos nos coletores.

4 – separar a comida, o lixo orgânico do lixo reciclável.

5 –Vidros, uma dica é colocar os cacos dentro das caixas de leite,  que ajudam a proteger os coletores evitando cortes.


Siga as dicas ajudando a fazer um mundo mais sustentável.




terça-feira, 6 de agosto de 2019

Coleta de resíduos de grandes geradores: De serviço público para privado

Acontece no dia 14 de Agosto das 09:00 ás 12:30 na FIESP (Paulista) o workshop: Coleta de resíduos de grandes geradores: de serviço público para o privado.


As prefeituras vêm limitando a coleta de resíduos não domiciliares pelos serviços de limpeza urbana cada vez mais.

Essa é uma diretriz da Política Federal de Saneamento Básico, e afeta os estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços usualmente atendidos pelos serviços públicos.

O workshop discutirá os novos regulamentos municipais para estabelecimentos enquadrados como “grandes geradores”, segundo a visão dos principais atores: empresas, municípios, concessionárias de limpeza urbana e gerenciadores privados. Participe.

A participação é gratuita, basta fazer a sua inscrição no site.

14 DE AGOSTO DE 2019
Das 9h00 às 12h30

Prédio da FIESP
Av. Paulista, 1313 – Auditório do 4º andar – São Paulo – SP

Para acessar o evento no facebook clique aqui e faça a sua inscrição.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

90% dos municípios brasileiros não tem plano para o lixo.



Uma vergonha, e ainda ficam tentando dar um "jeitinho" brasileiro copiando os planos das outras cidades....


Dados do Ministério do Meio Ambiente demostram que 90% dos municípios brasileiros não tem um plano para o lixo.
Dos 5.565 municípios, apenas 291 aprovaram um plano municipal para o manejo de resíduos sólidos, e outros 197 analisam projetos na área, somando 488 prefeituras aptas a receber verba federal para tratar o lixo.

O manejo do lixo é de responsabilidade dos prefeituras, mas a vasta maioria delas não terminou seus planos, ou ao menos deu início aos estudos para fazê-los.

Os planos tem de apresentar metas para coleta seletiva e constar um cronograma para implementar plano para a destinação adequada de resíduos hospitalares e industriais.

Algumas cidades apresentaram planos incompletos, sem dados específicos de planejamento e programação, apenas para cumprimento das exigências de prazo do governo federal e poderem, futuramente requerer verbas federais.

“Nós, do Ministéroio do Meio Ambiente, não achamos que é importante fazer cópia e cola de plano só para atender à exigência, tem de pegar mesmo o conteúdo mínimo”, declarou o diretor de Ambiente Urbano do Ministério, Silvano Silvério.


Fonte: Destak

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Em SP, proibição das sacolas plásticas nos supermercados faz aumentar furto de cestas e carrinhos.

As sacolinhas plásticas pararam de ser distribuídas no dia 4 de abril em São Paulo. Contudo, o fim das sacolas trouxe outro problema. Os clientes desprevenidos, que não levam as sacolas retornáveis e não querem pagar pelas biodegradáveis, estão furtando as cestinhas dos mercados da capital paulista. 


Desde que os mercados anunciaram o fim das sacolinhas plásticas, o furto de cestinhas aumentou muito. O gerente de um supermercado ouvido pela reportagem contou que elas praticamente sumiram da loja. Os clientes também têm levado o carrinho de compras.
Alguns supermercados até estudam colocar sensores emitam alarmes quando a pessoa tentar sair levando as cestinhas. Em um mercado da Zona Sul de São Paulo, várias cestinhas foram levadas, além de carrinhos e engradados para levar compras para domicílios.
Os saquinhos para embalar frutas e verduras continuam sendo distribuídos de graça, mas ganharam outra função: levar as compras. Entre as alternativas para levar as compras para casa estão as sacolas de papel, ecobags, caixas de papelão, mochilas, sacolas retornáveis.
Suspensão
A suspensão da distribuição das sacolinhas descartáveis era discutida desde o ano passado. Em maio, a Associação Paulista de Supermercados (Apas) firmou acordo com a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo prevendo a extinção da embalagem nos 1.250 supermercados representados pela entidade - entre eles as principais redes.
Segundo especialistas, as sacolinhas são uma ameaça à natureza porque podem levar 500 anos para se decompor. Elas acabam sendo descartadas de forma inadequada, poluindo a água e o solo.
A proibição do uso começou em janeiro de 2012. No entanto, os supermercados começaram a cobrar pela venda de sacolas biodegradáveis. O Ministério Público e o Procon intervieram. Foi determinado o fim definitivo da venda das sacolas biodegradáveis - porque também são descartáveis - e um prazo de dois meses para os consumidores se adaptarem. Algumas lojas criaram pontos específicos para retirada dessas caixas, que deverão continuar existindo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conheça os benefícios da coleta seletiva


A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados.


Com isso alguns objetivos importantes são alcançados:


a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado.


Além disso o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais.Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão.





Na maior parte dos casos a coleta é realizada pelos Catadores organizados em cooperativas ou associações.Sistemas de coleta seletiva podem ser implantados em uma escola, uma empresa ou um bairro.Não há uma fórmula universal.















Papel


  •  A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de fl oresta (1 tonelada evita o corte de 30 ou mais árvores);


  • A produção de uma tonelada de papel novo consome de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia. Já uma tonelada de papel reciclado consome 1.200 Kg de papel velho, 2 millitros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia;


  • A produção de papel reciclado dispensa processos químicos e evita a poluição ambiental: reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água, além de poupar árvores;




  • A reciclagem de uma tonelada de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono naatmosfera;




  • O papel jornal produzido a partir das aparas requer 25% a 60% menos energia elétrica do que a necessária para obter papel da polpa da madeira. 





Metais










  • A reciclagem de 1 tonelada de aço economiza 1.140 Kg de minério de ferro, 155 Kg de carvão e 18 Kgde cal;




  • Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600 kwh para fabricar alumínio a partir de matéria-prima virgem, contra 750 kwh a partir de alumínio reciclado) e 5 toneladas de bauxita, além de evitar a poluição causada pelo processo convencional, reduzindo 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água;




  • Uma tonelada de latinhas de alumínio, quando recicladas, economiza 200 metros cúbicos de aterros sanitários;


  • Vale lembrar que que 96% das latas no Brasil são recicladas, superando os índices de países como o Japão, Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Entretanto, este número pode chegar próximo a 100% dependendo de suas atitudes!





Vidro









  •  O vidro é 100% reciclável, portanto não é lixo: 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo;



  • As propriedades do vidro se mantêm mesmo depois de sucessivos processos de reciclagem, ao contráriodo papel, que vai perdendo qualidade ao longo de algumas reciclagens;


  •  O vidro não se degrada facilmente, então não deve ser despejado no solo;


  • O vidro, em seu processo de reciclagem, requer menos temperatura para ser fundido, economizando aproximadamente 70% de energia e permitindo maior durabilidade dos fornos;




  • Uma tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.







Plásticos






  • Todos os plásticos são derivados do petróleo, um recurso natural não renovável e altamente poluente;


  • A reciclagem do plástico economiza até 90% de energia e gera mão-de-obra pela implantação de pequenas e médias indústrias;


  • 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo.