O Physalia é outro projeto criativo que busca melhorar o meio ambiente nas cidades. Criado pelo escritório de arquitetura Vicent Callebaut, essa espécie de embarcação ecológica é um jardim auto-suficiente capaz de navegar com emissão zero e, ainda, ajudar a purificar as águas do mar. A característica de filtro d´água se deve à sua estrutura de aço coberta por alumínio de dióxido de titânio, que reage com os raios ultravioletas, criando um efeito foto-catalisador, que purifica a água poluída por rejeitos químicos industriais e de embarcações. No teto, a Physalia possui painéis fotovoltaicos e, no casco, traz hidro-turbinas que geram energia com o fluxo fluvial. Com isso, a embarcação é capaz de produzir mais energia do que necessita para se locomover. Com nome e design inspirados em uma espécie marítima - a caravela-portuguesa “Physalia Physalis” -, a embarcação também tem fins turísticos, podendo navegar entre os principais rios da Europa, como o Danúbio, Reno e Volga.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Piscina flutuante para despoluir rio em Praga
Boas idéias em prol do meio ambiente sempre irão surgir e são bem vindas.
Durante anos, o Vltava,
maior rio da República Checa, que atravessa a capital Praga, sofreu com a
poluição. Hoje, são cada vez maiores os esforços para recuperá-lo. Os
arquitetos Adrea Kubná e Ondrej Lipensky projetaram até uma piscina flutuante
para despoluir as águas do rio.
Uma membrana têxtil que reveste toda a instalação circular removeria partículas de sujeira, bactérias e odores desagradáveis. Depois a água retornaria renovada para o rio. A piscina flutuante serviria como centro recreativo para os moradores da cidade. Capaz de receber até 900 pessoas, a atração contaria com vestiários, saunas, lanchonetes e até cabines individuais para locação.
Durante os meses de inverno, quando as temperaturas chegam fácil aos 15 graus negativos, a atração no Vltalva seria convertida em uma pista de patinação no gelo.
Acontece que faz quase meio
século que o rio não congela mais, por causa do aumento nas temperaturas. Para
restaurar a tradição, os designers sugerem cobrir a piscina com uma grande
placa de madeira, permitindo que uma camada relativamente fina de água possa
congelar por cima.
sábado, 4 de abril de 2015
Klima Hotel – Hotel sustentável na Itália
O arquiteto italiano Matteo
Thun projetou um hotel sustentável que literalmente se integra a natureza.
O Klima Hotel se localiza na
cidade de Bozen, Itália e foi construido
na encosta de uma montanha. O desenho inovador gera um efeito super
interessante criando a impressão de que os hotel faz parte do cenário natural.
Seguindo o modelo de
construção sustentável os apartamentos foram construídos utilizando materiais
sustentáveis e é abastecido com energia renovável. O arquiteto afirma que
proposta do projeto é possibilitar ao hóspede uma profunda experiência de
proximidade com a natureza.
O quarto conta com muito
conforto, possuindo aquecimento, controle de ruídos e uma incrível vista das
montanhas.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Sustentabilidade, preservação e lucro.
Lembrando que para um empreendimento ser considerado sustentável ele precisa ser economicamente viável, ecologicamente correto e socialmente justo.
É possível para uma empresa, atuar em seu setor seguindo boas práticas de preservação e sustentabilidade ambiental e ainda ter lucro? Por mais paradoxal
que possa parecer, sim. Ao longo do final do século passado, os estudiosos e
cientistas começaram a perceber que o planeta mostrava sinais de que o ritmo de
consumo dos recursos naturais que o ser humano via empregando era demasiado
violento e provocaria enormes problemas futuros para toda humanidade.
Após essa constatação, uma legião de pesquisadores ao redor do
planeta, começou a pesquisar formas de enfrentar o problema e proporcionar a
continuidade de nosso estilo de vida sem afetar de forma tão drástica e
definitiva o ambiente que nos sustenta. Assim, baseado nas descobertas e
ensinamentos propostos por essa legião de pesquisadores, determinadas práticas empresariais e formas de se gerir uma empresa e
minimizar o seu impacto no meio ambiente e
nas comunidades humanas em que elas estão inseridas começaram a serem adotadas.
Por mais estranho que possa parecer, é totalmente possível para
uma empresa poluidora, obter lucro e ainda sim minimizar seu potencial de devastação ambiental.
As práticas visando estabelecer políticas comerciais de preservação e sustentabilidade acabaram
se tornando um potente e significativo diferencial de mercado. Consumidores
“antenados”, entidades voltadas para os problemas ecológicos e
mesmo governos preocupados em manter uma reserva estável de sua flora e fauna
nativa; bem como com visão suficiente para entender que a queima indiscriminada
de seus recursos naturais poderá levar a uma dependência futura de outras
nações e a gastos relevantes; fizeram com que um mercado totalmente novo fosse
aberto e que se transformasse num nicho econômico altamente rentável e de
grande apelo.
Assim, uma empresa que deseje se habilitar e figurar entre as
que se beneficiam das vantagens econômicas proporcionadas por adotar práticas
de preservação e de sustentabilidade ambiental, devem tentar
ser capazes de atender todas as necessidades dos habitantes que se servem de
seus produtos sem, contudo, por em risco as necessidades das gerações futuras
que ainda se servirão de sua cadeia produtiva. Buscando a solidez econômica e a
lucratividade de forma a não comprometer as condições financeiras, ambientais e
sociais da comunidade a que servem, ou seja, respeitando o triângulo da sustentabilidade,
e integrá-las a sua própria administração e obtenção de resultados. Usando
matérias-primas com responsabilidade ambiental e aplicar esse conceito em toda sua
linha de produção. Criando e produzindo produtos que não deixem rastros ou
minimizem seus resíduos ambientais durante e após sua vida útil.
Assim, uma empresa que deseje se beneficiar pelo fato de seguir
essas boas práticas de preservação e de sustentabilidade, devem recusar qualquer
produto necessário para sua linha de produção que não seja certificado e que
não seja proveniente de empresas que tenham a mesma política ambiental.
Assim, cuidando e controlando suas emissões de CO² e de resíduos industriais;
essas empresas contribuem decisivamente para uma melhor qualidade de vida de
seus funcionários e das comunidades a elas ligadas. Sendo assim, nada mais
justo do que lhes dar o devido valor e proporcionar a elas a oportunidade de
realizarem seus lucros e garantirem que continuem perpetuando as boas práticas
ambientais.
Assinar:
Postagens (Atom)






